domingo, 26 de outubro de 2008

Espírito Político do Humorista Tom Cavalcante

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Ausência de Consciência Político-Educacional!!


Crítica ao Humorismo Brasileiro!



Estimada Elândia,

Expresso nesta lauda minha concepção sobre as possíveis contradições do artista “Tom Cavalcante”, e minha aversão ao humorismo brasileiro, este que inviabiliza e desvencilha a capacidade e a responsabilidade de uma reflexão-político-participativo, ou seja, isenta as pessoas de atuarem na vida pública-política, suplanta a potencialidade alheia e ao mesmo tempo des-focaliza a raiz da problemática por meio de uma anedota ridícula.

Acredito e defendo que no Currículo da Escola sejam implantadas e implementadas duas essências de Utilidade Pública.

Em plena convicção critico a ausência de democracia no Brasil, posto que, convivemos com um Estado desprovido de Educação e Formação Moral e Ética de seu povo. Os resultados das eleições de 2008 nos convidam a repensar sobre que Belo Horizonte almejamos para nós e nossos descendentes.

Não questiono o papel de um ator e nem desconsidero seu talento, no entanto, como acreditar em uma pessoa que só se manifesta politicamente em um período específico na História da Política?

Quantos atores se equilibram num vaivém publicitário nos espetáculos midiáticos de nossa vexatória impressa televisiva, nos múltiplos recursos provinientes da internet?

Quantos em prol de sua sobrevivência suplantam Josés e Marias nesse vasto Brasil repleto de analfabetos políticos que em sua ignorância famigerada entregam suas vidas as referencias efêmeras que no piscar de olhos viram a casaca?

Preocupo-me com a epidemia papagaiolândia que suplanta em sua supremacia nos rincões do meu amado Brasil.

Quanta gente sem saber que existe o refletir, o decidir, o exigir, o ditar, por fim o impugnar, por isso, minha consciência em sua sensibilidade conhece que o conhecimento só é válido se for re-conhecido, é preciso sentir-se parte do que é conhecido, muitas coisas nós conhecemos, entretanto, desconhecemos por não termos o “sentimento de pertencimento de”.


Quando pertenço a algo ou a alguma coisa, eu participo em número, gênero e grau, eu vivencio e o existir se faz vivaz, se faz pleno e dinâmico.

Abraços fraternos,
http://mecanismodavidaconsciente.blogspot.com/
Wellington Bernardino Parreiras
26/10/2008
12:00

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