quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Amizade é...

Frondosa aliança almejada desde idades tenras, cuja percepção adulta resgata como aurora perdida de tempos idos em nós permanecidos...

Doce e deslizante infância, aventurosa e inspiradora adolescência e juventude de laços ideários fraternos, conjugam essências de outrora que nos retroalimenta o esperançar da sucessão de seres presente, genuinamente complexa e incerta - ser adulto -.

Amizade não é verbo, mas sofre variações constantes, não é sujeito, mas confere-nos objetos de desejo, não é concreto, mas alicerce que consolida um elo belo, és abstrato que se faz tangível razão e emoção, não é magia, contudo flui derivadas porções.

Amizade nasce, mas não se propaga qual erva daninha, carece de cultivos cativantes, de apreço ético-moral, de empatia, lealdade crítica e de fraterna evolução consciente.

Para uma amizade verdadeira basta ser sincero consigo mesmo e com o semelhante, ás vezes um (a) amigo (a) perdoa falhas intolerantes ou atos falhos, no entanto jamais permanecerá conivente com má conduta e/ ou vãs desculpas.

Amizade é como um jardim, simples assim!

Mineirim das Gerais
29/10/2013

 15:45
Caricatura da mulher ideal para mim 

👠👫💘🌸🌷

Eleger características sobre a mulher ideal, não é uma tarefa mui fácil, para tanto é de suma importância espelhar inversamente a minha incompletude, ou seja, trazer à luz da realidade o que em mim é incongruente e passível de correspondências, afinal as diferenças nos corroboram.
Embriagada pelo sensível e senhora de suas emoções primárias, racional
adornada por sentimentos enobrecidos pelo amor de criança...

Uma mulher-menina encantada pela alma fecunda de magias originalmente feminina, não Amélia e nem feminista fundamentalista, contudo enredada de intelectualismo e deslumbrante com seus vestidos e saias de cores colhidas em um belo jardim...
Uma mulher-adolescente em notas alegres e criativas, sem manias indelicadas de meninices desprovidas de bom senso, porém fascinante contentamento por dentro...
Uma mulher-jovem ressignificante, desbravante amante, fidedigna às paixões do amor estonteante...
Uma mulher-madura linda e elegante, simples e sofisticada, integra e sábia, cheia da graça de Deus e companheira leal à poética da essência do meu eu - homem-menino - ...
Uma mulher-mulheressências, sublimente grandiosa em sua natureza ímpar que eleva a maturidade do masculino notadamente dormitada...
Uma mulher-angelical, graças aos sentidos tecidos pela obra excelsa da Criação Suprema...
Uma mulher-consciente de toda plenitude que encontra-se na interdependência razão-emoção...
Uma mulher-menina-mulher!
Wellington Bernardino Parreiras
Acacius Confiteor

12, Agosto, 2015
23:42
Futuro Bem...


Eu desenho um universo

colho os polens soltos 
no entrevalsar do beija-flor



Eu silencio o vento 

quando o tempo 

flui sem perspectivas


Eu pinto com as cores 

das pétalas caídas
o teu semblante



Eu faço nuvens 

com o algodão 
que despontam das árvores



Eu faço o impossível 

para você meu futuro bem



Eu faço estrelas

com distintas borboletas



Eu brilho o sol

com tua alegria



Eu ilumino à noite 

com o luar de teu puro olhar 
prateando as águas do lago



Eu colho antes da relva 

as dores que converteriam 
toda tua felicidade em lágrimas-orvalho



Eu não lhe prometeria

apenas ser-te-ia
o amante sonho-pérola


Mineirim das Gerais
19, agosto, 2015
22:30




domingo, 24 de março de 2013

Eu Supero! * Resiliência Em Prol Do Ser Humano



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Eu Supero! Resiliência Em Prol Do Ser Humano

Para ser é preciso primeiramente conhecer, para transformar saber e para superar simplesmente querer!

Wellington Bernardino Parreira


Texto extraído do livro "Poemas Místicos" Jalal Ud-Din Rumi


* Voz Letícia Sabatella

* Imagens: Ceder Lee

* Música: Marcus Viana
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Re-leituras - Um ser sendo

                                                    Por:  Wellington Bernardino Parreiras


Somos permeados por múltiplas linguagens, a palavra é uma dentre muitas, contudo se faz constante em nossas expressões outras linguaguens.

Atente-se, além das palavras faladas emitimos signos plenos de sentidos e significados subjetivos, sutilmente simples expressões das entrelinhas contidas em nossos gestos. Nem sempre o que se diz é o que se quis dizer, o inverso também ocorre, atente-se para os gestos corporais, eles podem desdizer o que os lábios proferem.

Somos também reflexo do que o outro interpreta, o estar diante do outro pode muni-lo de elementos favoráveis ou não, a reciproca também se dá, não diferentemente nós frente o próximo tendemos a compreender o que não foi verdadeiramente expresso. Faz-se necessário ter discernimento e consciência reflexiva para bem interpretar em milésimos de segundo os desencontros que podem nos conduzir à rosa de Hiroshima, fatalidade em muitos casos irreversíveis, com isso o reflorir benevolente posterior ao suscitar do arco-íris num tempo de sol e chuva natural.

Somos um mundo-mundos, somos um universo prenhe de universos, somos nós-no-outro ao passo que o outro é um ele-eu.

Quando compreendemos isso os entendimentos nos são colaborativos e verdadeiros, aprendemos a ser melhores no concurso do novo ser-sendo. Não nos ferimos e não ferimos ninguém, adquirimos uma consciência moral em que vislumbram-se nossas existências consubstanciadas de outras existências-essências, por fim, passamos a ser sensíveis ao ato reflexivo do mecanismo inteligente formado por Deus que nos constituí humano.

Abraços fraternos,
Wellington Bernardino Parreiras
24/03/2013
20:35


Vai minha alegria - Ao som de Chega de Saudade - Tom Jobim





 Vai minha alegria

Vai minha alegria
E diz a ela que hoje sou feliz
E que após a tempestade colore o céu o arco-íris
E quando ela sempre se ausenta
Eu sinto que a saudade
É sinônimo de felicidade
Não nos importa a distância entre as cidades
Não vamos mais sofrer

Deixe vir à saudade
Que a realidade o amor acontece
Florindo paz e beleza
Ao invés de melancolia e só tristeza
Não sai de mim sua essência, não sai de mim, não sai

Mas se meu amorzinho voltar
Que maravilhas hão de ser os meus dias
Pois há menos beija-flores no jardim
Do que os beijinhos recebidos pelos seus lábios
E que ela é para mim
O meu amor de tempos idos não vindos

Dentro de meus afetos
Os laços hão de ser milhões de amores
Intensos assim, lindos assim, de tirar toda essência das flores
Afetos e beijinhos com o fim sem fim
Não só de dentro de mim
Que é para por fim na ideia de viver como se não houvesse um bom fim

Vai minha alegria
E floresce em seu jardim
O amor sem fim
De seu jardineiro Mineirim

Amorzinho não cabe mais a ideia de que nosso amor não floresce um bom fim
Vamos cultivar o amor que há em mim refletido em ti
Vai minha alegria
E floresce em seu jardim
O amor sem fim
De seu jardineiro Mineirim

Wellington Bernardino Parreiras
Mineirim das Gerais
24/03/2013
18:35


quinta-feira, 21 de março de 2013

Em minha vida floresce o primeiro eterno amor



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Em minha vida floresce o primeiro eterno amor

Às margens do mar contemplo estrelas a sós
Piscando seus silêncios com doces notas de solidão
Suas mensagens refletem o inverso em nosso coração

Para nós fugazes, elas nos inspiram orações
Renovam nossas emoções
O céu é mesmo mister, amorzinho

Amo-te certo de que o nosso amor
Duraria o tempo de uma flor
Se acaso não cultivemos os carinhos

Estrelas soltas no céu
Dilaceram o véu
Causam lamentos
Se a nós causarmos sofrimento

Amo-te para além do entendimento
Eu acredito que nosso amor seja fonte
Que transpõe os nossos horizontes

Nada nos dissolve
O tempo nunca houve
O que não importa é o outrora
Nosso amor nos brinda com doce aurora

Em minha vida floresce o primeiro eterno amor
Sejamos porto-amor

Amo-te valsar de borboleta
Amo-te néctar que pulsa o beija-flor

Amo-te além dos confins
O seu amor expandiu meu singelo jardim

Amo-te sem tempo perecível
Eu acredito no universo impossível

Eu contemplo os silêncios das estrelas reluzindo o mar
Em ausências do luar

Meu amor amo amar-te
Mesmo que longe seja em marte

É em ti e em mim o porto-amor
Que florescem flores
Antes do sol se pôr

Wellington Bernardino Parreiras

Mineirim das Gerais in Dnipropetrovs'k

21/03/2013

15:42

Fidedigno ao que entrego




Fidedigno ao que entrego


Outono, sublime tom que emite sons

Salve o belo

O Elo

Que tanto quero eterno


Doce e fraterno

Em um ser que sinto


Outono que miro

Envolve-me em bons sentimentos


Luzis o amor que tanto almejo

E o aproxima 


De meu singelo jardim

faça-o sublime existência


Outonos, primaveras, verões e invernos

Renovando-o em próximo elo


Belo e eterno

Fidedigno ao que entrego


Wellington Bernardino Parreiras
Mineirim das Gerais
21/03/2013
13:37